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	<title>Arquivo de Obras sobre Papel - TIAGO PESSANHA</title>
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	<description>Tiago Pessanha sempre teve uma atitude experimentalista e dinâmica no seu trabalho, explorando o seu conhecimento teórico e visual nas suas composições. A sua abordagem da cor e das mais variadas texturas, concedidas por múltiplos materiais e técnicas, definem o seu corpo de trabalho.</description>
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	<title>Arquivo de Obras sobre Papel - TIAGO PESSANHA</title>
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		<title>&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-7/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Pessanha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 10:16:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>14,8x21cm, técnica mista sobre papel preto, 2023.</p>
<p>Obra única. Inclui certificado de autenticidade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-7/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No desconforto de uma paleta cromática que não é a minha, explorei a plasticidade da sombra. Com a obra literária “Elogio da Sombra” (1933), de Junichirō Tanizaki, em mente, onde o autor guia o leitor num caminho pelas diferenças entre o Ocidente e o Oriente, valorizei vários tipos de contrastes: os plásticos, os culturais, os interpessoais e os que valorizam jogos de sombras, os quais se estendem a um incómodo de quem soluça quando esbarra com a realidade “não é preto nem branco”. Existe, de facto, uma panóplia de tonalidades, de possibilidades, de direções. Tanizaki afirma: “basta, de facto, que a parte visível esteja impecável para que se conceda um juízo favorável à que não se vê. É infinitamente preferível, num lugar assim, dissimular tudo com uma penumbra indistinta, e deixar apenas adivinhar o limite entre o que está limpo e o que está menos”. O autor, com estas palavras, poderia abordar o ser humano, um contexto amoroso, uma competição de egos, mas não; aborda, da forma mais séria possível, as casas de banho do Oriente, as quais são, por si só, contemplativas, e acentuam um contacto estreito com a natureza.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Também a “nossa” Lourdes Castro, a qual vê as sombras, de pessoas e de objetos, como a ligação entre a presença e a ausência num jogo de materialidade, foi uma referência neste meu caminho pela ausência de cor. Eu exponho-me na sombra, mas também encontro esconderijo. Sou porta aberta, mas em constante corrente de ar. Sou renda delicada, ainda que tropece, em alguns momentos, nos meus próprios rasgões. Mas a vida é assim, a sombra é assim. É secundária, mas não o suficiente. E quando queremos contornar algo, percebemos que é em vão. As sombras fogem, os corpos dão meia volta, mas não esquecer que é só preciso outra para voltarem. Num contorno inacabado, no qual não permito tamanha finitude, o giz quebra numa ardósia negra.</p>
<p>Com estes dez desenhos, resultantes de uma condicionante auto imposta, explorei a simplicidade de riscadores e tintas brancas sobre um suporte preto. Explorei desenhar em negativo, sair do meu corpo. Fui a minha própria sombra, sem recorrer a outros focos de luz ou à escuridão.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-7/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
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		<title>&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-6/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Pessanha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 10:14:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>14,8x21cm, técnica mista sobre papel preto, 2023.</p>
<p>Obra única. Inclui certificado de autenticidade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-6/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No desconforto de uma paleta cromática que não é a minha, explorei a plasticidade da sombra. Com a obra literária “Elogio da Sombra” (1933), de Junichirō Tanizaki, em mente, onde o autor guia o leitor num caminho pelas diferenças entre o Ocidente e o Oriente, valorizei vários tipos de contrastes: os plásticos, os culturais, os interpessoais e os que valorizam jogos de sombras, os quais se estendem a um incómodo de quem soluça quando esbarra com a realidade “não é preto nem branco”. Existe, de facto, uma panóplia de tonalidades, de possibilidades, de direções. Tanizaki afirma: “basta, de facto, que a parte visível esteja impecável para que se conceda um juízo favorável à que não se vê. É infinitamente preferível, num lugar assim, dissimular tudo com uma penumbra indistinta, e deixar apenas adivinhar o limite entre o que está limpo e o que está menos”. O autor, com estas palavras, poderia abordar o ser humano, um contexto amoroso, uma competição de egos, mas não; aborda, da forma mais séria possível, as casas de banho do Oriente, as quais são, por si só, contemplativas, e acentuam um contacto estreito com a natureza.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Também a “nossa” Lourdes Castro, a qual vê as sombras, de pessoas e de objetos, como a ligação entre a presença e a ausência num jogo de materialidade, foi uma referência neste meu caminho pela ausência de cor. Eu exponho-me na sombra, mas também encontro esconderijo. Sou porta aberta, mas em constante corrente de ar. Sou renda delicada, ainda que tropece, em alguns momentos, nos meus próprios rasgões. Mas a vida é assim, a sombra é assim. É secundária, mas não o suficiente. E quando queremos contornar algo, percebemos que é em vão. As sombras fogem, os corpos dão meia volta, mas não esquecer que é só preciso outra para voltarem. Num contorno inacabado, no qual não permito tamanha finitude, o giz quebra numa ardósia negra.</p>
<p>Com estes dez desenhos, resultantes de uma condicionante auto imposta, explorei a simplicidade de riscadores e tintas brancas sobre um suporte preto. Explorei desenhar em negativo, sair do meu corpo. Fui a minha própria sombra, sem recorrer a outros focos de luz ou à escuridão.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-6/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
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		<title>&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Pessanha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 10:13:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>14,8x21cm, técnica mista sobre papel preto, 2023.</p>
<p>Obra única. Inclui certificado de autenticidade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-5/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No desconforto de uma paleta cromática que não é a minha, explorei a plasticidade da sombra. Com a obra literária “Elogio da Sombra” (1933), de Junichirō Tanizaki, em mente, onde o autor guia o leitor num caminho pelas diferenças entre o Ocidente e o Oriente, valorizei vários tipos de contrastes: os plásticos, os culturais, os interpessoais e os que valorizam jogos de sombras, os quais se estendem a um incómodo de quem soluça quando esbarra com a realidade “não é preto nem branco”. Existe, de facto, uma panóplia de tonalidades, de possibilidades, de direções. Tanizaki afirma: “basta, de facto, que a parte visível esteja impecável para que se conceda um juízo favorável à que não se vê. É infinitamente preferível, num lugar assim, dissimular tudo com uma penumbra indistinta, e deixar apenas adivinhar o limite entre o que está limpo e o que está menos”. O autor, com estas palavras, poderia abordar o ser humano, um contexto amoroso, uma competição de egos, mas não; aborda, da forma mais séria possível, as casas de banho do Oriente, as quais são, por si só, contemplativas, e acentuam um contacto estreito com a natureza.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Também a “nossa” Lourdes Castro, a qual vê as sombras, de pessoas e de objetos, como a ligação entre a presença e a ausência num jogo de materialidade, foi uma referência neste meu caminho pela ausência de cor. Eu exponho-me na sombra, mas também encontro esconderijo. Sou porta aberta, mas em constante corrente de ar. Sou renda delicada, ainda que tropece, em alguns momentos, nos meus próprios rasgões. Mas a vida é assim, a sombra é assim. É secundária, mas não o suficiente. E quando queremos contornar algo, percebemos que é em vão. As sombras fogem, os corpos dão meia volta, mas não esquecer que é só preciso outra para voltarem. Num contorno inacabado, no qual não permito tamanha finitude, o giz quebra numa ardósia negra.</p>
<p>Com estes dez desenhos, resultantes de uma condicionante auto imposta, explorei a simplicidade de riscadores e tintas brancas sobre um suporte preto. Explorei desenhar em negativo, sair do meu corpo. Fui a minha própria sombra, sem recorrer a outros focos de luz ou à escuridão.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-5/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
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		<title>&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Pessanha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 10:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div>
<p>14,8x21cm, técnica mista sobre papel preto, 2023.</p>
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<p>Obra única. Inclui certificado de autenticidade.</p>
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<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-4/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No desconforto de uma paleta cromática que não é a minha, explorei a plasticidade da sombra. Com a obra literária “Elogio da Sombra” (1933), de Junichirō Tanizaki, em mente, onde o autor guia o leitor num caminho pelas diferenças entre o Ocidente e o Oriente, valorizei vários tipos de contrastes: os plásticos, os culturais, os interpessoais e os que valorizam jogos de sombras, os quais se estendem a um incómodo de quem soluça quando esbarra com a realidade “não é preto nem branco”. Existe, de facto, uma panóplia de tonalidades, de possibilidades, de direções. Tanizaki afirma: “basta, de facto, que a parte visível esteja impecável para que se conceda um juízo favorável à que não se vê. É infinitamente preferível, num lugar assim, dissimular tudo com uma penumbra indistinta, e deixar apenas adivinhar o limite entre o que está limpo e o que está menos”. O autor, com estas palavras, poderia abordar o ser humano, um contexto amoroso, uma competição de egos, mas não; aborda, da forma mais séria possível, as casas de banho do Oriente, as quais são, por si só, contemplativas, e acentuam um contacto estreito com a natureza.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Também a “nossa” Lourdes Castro, a qual vê as sombras, de pessoas e de objetos, como a ligação entre a presença e a ausência num jogo de materialidade, foi uma referência neste meu caminho pela ausência de cor. Eu exponho-me na sombra, mas também encontro esconderijo. Sou porta aberta, mas em constante corrente de ar. Sou renda delicada, ainda que tropece, em alguns momentos, nos meus próprios rasgões. Mas a vida é assim, a sombra é assim. É secundária, mas não o suficiente. E quando queremos contornar algo, percebemos que é em vão. As sombras fogem, os corpos dão meia volta, mas não esquecer que é só preciso outra para voltarem. Num contorno inacabado, no qual não permito tamanha finitude, o giz quebra numa ardósia negra.</p>
<p>Com estes dez desenhos, resultantes de uma condicionante auto imposta, explorei a simplicidade de riscadores e tintas brancas sobre um suporte preto. Explorei desenhar em negativo, sair do meu corpo. Fui a minha própria sombra, sem recorrer a outros focos de luz ou à escuridão.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-4/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
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		<title>&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Pessanha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 09:57:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div>
<p>14,8x21cm, técnica mista sobre papel preto, 2023.</p>
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<p>Obra única. Inclui certificado de autenticidade.</p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-3/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No desconforto de uma paleta cromática que não é a minha, explorei a plasticidade da sombra. Com a obra literária “Elogio da Sombra” (1933), de Junichirō Tanizaki, em mente, onde o autor guia o leitor num caminho pelas diferenças entre o Ocidente e o Oriente, valorizei vários tipos de contrastes: os plásticos, os culturais, os interpessoais e os que valorizam jogos de sombras, os quais se estendem a um incómodo de quem soluça quando esbarra com a realidade “não é preto nem branco”. Existe, de facto, uma panóplia de tonalidades, de possibilidades, de direções. Tanizaki afirma: “basta, de facto, que a parte visível esteja impecável para que se conceda um juízo favorável à que não se vê. É infinitamente preferível, num lugar assim, dissimular tudo com uma penumbra indistinta, e deixar apenas adivinhar o limite entre o que está limpo e o que está menos”. O autor, com estas palavras, poderia abordar o ser humano, um contexto amoroso, uma competição de egos, mas não; aborda, da forma mais séria possível, as casas de banho do Oriente, as quais são, por si só, contemplativas, e acentuam um contacto estreito com a natureza.</p>
<p>Também a “nossa” Lourdes Castro, a qual vê as sombras, de pessoas e de objetos, como a ligação entre a presença e a ausência num jogo de materialidade, foi uma referência neste meu caminho pela ausência de cor. Eu exponho-me na sombra, mas também encontro esconderijo. Sou porta aberta, mas em constante corrente de ar. Sou renda delicada, ainda que tropece, em alguns momentos, nos meus próprios rasgões. Mas a vida é assim, a sombra é assim. É secundária, mas não o suficiente. E quando queremos contornar algo, percebemos que é em vão. As sombras fogem, os corpos dão meia volta, mas não esquecer que é só preciso outra para voltarem. Num contorno inacabado, no qual não permito tamanha finitude, o giz quebra numa ardósia negra.</p>
<p>Com estes dez desenhos, resultantes de uma condicionante auto imposta, explorei a simplicidade de riscadores e tintas brancas sobre um suporte preto. Explorei desenhar em negativo, sair do meu corpo. Fui a minha própria sombra, sem recorrer a outros focos de luz ou à escuridão.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/sombras-rendilhadas-3/">&#8220;Sombras rendilhadas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Mulher em tafetá”</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/mulher-em-tafeta-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[kcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 13:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Obra única<br />
Inclui certificado de autenticidade assinado pelo artista.</p>
<p>29,7x42cm, técnica mista e tecidos sobre papel, 2022</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/mulher-em-tafeta-2/">“Mulher em tafetá”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/mulher-em-tafeta-2/">“Mulher em tafetá”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Toque inflamável”</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/toque-inflamavel-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[kcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 13:57:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Obra única<br />
Inclui certificado de autenticidade assinado pelo artista.</p>
<p>21x29,7cm, técnica mista sobre papel 300gm, 2020</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/toque-inflamavel-2/">“Toque inflamável”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/toque-inflamavel-2/">“Toque inflamável”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Contranatura”</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/contranatura-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[kcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 13:56:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Obra única<br />
Inclui certificado de autenticidade assinado pelo artista.</p>
<p>21x29,7cm, técnica mista sobre papel 300gm, 2020</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/contranatura-2/">“Contranatura”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/contranatura-2/">“Contranatura”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Por trás das portas”</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/por-tras-das-portas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[kcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 13:55:07 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://tiagopessanha.pt/?post_type=product&#038;p=1501</guid>

					<description><![CDATA[<p>Obra única<br />
Inclui certificado de autenticidade assinado pelo artista.</p>
<p>21x29,7cm, técnica mista sobre papel 300gm, 2020</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/por-tras-das-portas-2/">“Por trás das portas”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/por-tras-das-portas-2/">“Por trás das portas”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Esconderijo”</title>
		<link>https://tiagopessanha.pt/product/esconderijo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[kcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 13:54:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Obra única<br />
Inclui certificado de autenticidade assinado pelo artista.</p>
<p>21x29,7cm, técnica mista sobre papel 300gm, 2020</p>
<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/esconderijo-2/">“Esconderijo”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conteúdo <a href="https://tiagopessanha.pt/product/esconderijo-2/">“Esconderijo”</a> aparece primeiro em <a href="https://tiagopessanha.pt">TIAGO PESSANHA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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